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Orientações

 

Procedimentos corretos para recargas

O sistema ideal de recarga deve ser lento, com até 2/10 da capacidade nominal da bateria, deste modo a mesma não se aquecerá e a emanação de gases será menor.

Não recarregue a bateria se o indicador de teste (charge eye) estiver amarelo ou claro. Essa bateria provavelmente sofreu sobrecarga ou superaquecimento e deverá ser substituída (verifique o sistema de carga do veículo).

Durante a recarga observe os respiros quanto à ocorrência de emanação de gases ou vazamento de eletrólito. Observe também o aumento de temperatura (não deve ultrapassar 52º).

Caso qualquer uma dessas condições seja observada, reduza a corrente utilizada ou interrompa temporariamente o processo para estabilização da temperatura. Se os fatores persistirem, substitua a bateria, pois pode haver curto-circuito interno ocasionando superaquecimento.

Não permita que a tensão durante a carga ultrapasse 16 V.

Em intervalos regulares (1 hora ou menos) movimente ou incline a bateria para homogeneizar o eletrólito.

Recarregue a bateria à temperatura ambiente.

Certifique-se de que os pólos, terminais, cabos e conexões estejam em boas condições, assegurando-se do bom contato elétrico das ligações.

O tempo de recarga varia dependendo do tempo de uso, condições e estado de carga da bateria. Acompanhe o processo de recarga atentamente.

Baterias abaixo de 11 v levam algum tempo para reagir e mostrar que estão aceitando carga.

Quando o indicador de teste torna-se verde e permanecer assim, a bateria estará pronta para ser testada.

 

Instalação de uma nova bateria

  • Certifique-se que o tipo de bateria é o recomendado para o seu veículo.
  • Mantenha o motor do veículo e todos os acessórios elétricos desligados.
  • Desconecte primeiramente o terminal negativo e em seguida o terminal positivo.
  • Solte o sistema de fixação e retire a bateria.
  • Verifique se o suporte da bateria está em condições de receber a nova bateria.
  • Instale a nova bateria e volte a travar todo o sistema de fixação.
  • Comece ligando o terminal positivo e depois o terminal negativo. Isso evitará curto-circuito e possíveis acidentes.
  • Aproveite para testar o sistema elétrico do veículo. Isto evitará que ele venha a danificar a bateria.

 

Cuidados a serem tomados com a bateria

  • Para evitar a oxidação dos pólos, as baterias devem ser estocadas em local isento de umidade e não podem ficar expostas às mudanças climáticas.
  • As primeiras baterias recebidas devem ser as primeiras a serem vendidas, pois perdem carga após um período prolongado sem uso.
  • Quando der partida no veículo, evite exceder 7 segundos a cada vez.
  • Ao instalar um equipamento elétrico não original, evite instaladores não credenciados.
  • Para garantir a integridade do sistema elétrico, faça regularmente manutenções.
  • Nunca feche curto-circuito entre os pólos da bateria, pois esse procedimento é extremamente prejudicial à mesma. Se efetuado no veículo pode comprometer a integridade do sistema eletrônico.

5 Dicas para aumentar a vida útil da bateria VRLA

Uma das principais dúvidas dos usuários de baterias estacionárias VRLA é a de como atingir o tempo de vida útil máximo que uma bateria pode fornecer.

Tempo de vida útil de uma bateria

O tempo de vida útil da bateria projetada depende de cada tipo e família. Normalmente, baterias 6V e 12V de pequeno porte (até 35Ah), são projetadas para fornecer uma vida útil superior a 5 anos. Já baterias de grande porte de 12V e também as de 2V, quando certificadas pela ANATEL, são projetadas para fornecer uma vida útil superior a 10 anos. Para determinar essa vida útil projetada, as baterias são submetidas a uma série de ciclos de carga e descarga em laboratórios reconhecidos para validar o seu desempenho. Apesar disso, muitas baterias, na prática, apresentam uma vida inferior à projetada pelo fabricante. São diversos os fatores que influenciam a vida útil da bateria e vamos explorar os principais com as 5 dicas abaixo.

 

1. Temperatura, o vilão das baterias

Em ordem de influência, a temperatura é a principal causa da morte prematura de baterias VRLA. Todas as baterias VRLA são projetadas para trabalharem a 25°C. Todo seu desempenho e características são especificados para esta temperatura, incluindo os valores de referência de tensão de carga da bateria. O que ocorre é que muitas vezes as baterias são aplicadas à equipamentos ou ambientes onde a temperatura de trabalho é maior que 25°C. Quando isso ocorre, as reações químicas existentes no interior da bateria são aceleradas e com isso, a degradação das placas, perda de água e corrosão são acelerados, fazendo com que a bateria tenha sua vida útil reduzida na ordem de 50% para cada 10°C acima dos 25°C. Para minimizar esse efeito, deve-se fazer uma compensação na tensão de carga da bateria.

 

2. Espaçamento entre Baterias

Outra prática comum que leva à perda de vida das baterias é a instalação de baterias encostadas umas nas outras. Essa prática faz com que a bateria não consiga dissipar o calor gerado durante a recarga, levando-as a um processo denominado de avalanche térmica que esgota a vida útil da bateria rapidamente, causando, em alguns casos, até mesmo o estufamento do vaso das baterias. Para evitar essa condição extremamente prejudicial às baterias, deve-se instalá-las com espaçamento mínimo de 10mm entre as baterias e entre as baterias e as paredes do ambiente onde estiver alocada.

 

3. Tensão de Flutuação

Outro fator que influencia a vida útil de uma bateria é a tensão de flutuação ao qual ela será submetida de modo permanente no equipamento. Para 25°C a tensão de flutuação é de 13,50V a 13,80V. Nós recomendamos que a tensão ajustada no carregador seja de 13,65V que é a média entre a faixa máxima e mínima. Desta forma a bateria estará operando numa tensão adequada mesmo que hajam variações mínimas na temperatura ambiente. Tensões abaixo da mínima estabelecida causam a sulfatação das placas das baterias. Isso ocorre é quando a bateria não “segura” mais carga, causando a redução da vida útil. Assim como tensões acima da máxima estabelecida causam a sobrecarga das baterias e morte prematura.

 

4. Ripple

Na sequência dos fatores, o ripple (componente CA) gerado por alguns carregadores pode influenciar na redução da vida útil das baterias. Nesse sentido, recomenda-se utilizá-las em sistemas de corrente contínua, um componente CA (corrente alternada) de tensão (ripple) até 1 % (RMS) da tensão de flutuação e, em corrente, a 5 A (RMS) para cada 100 Ah da capacidade nominal (C10). Valores superiores podem reduzir a vida útil da bateria.

 

5. Manutenção

De forma a otimizar a vida útil das baterias, é imprescindível que as manutenções sejam feitas na periodicidade recomendada pelo fabricante. Existem 3 tipos de manutenções que devem ser feitas nas baterias: Nas manutenções trimestrais, devem ser verificados os valores de tensão de flutuação das baterias, inspeção visual, corrente de carga e temperatura das baterias. Nas manutenções semestrais devem ser verificados todos os parâmetros da manutenção trimestral mais o valor da resistência ôhmica das baterias. Na manutenção anual, além dos parâmetros verificados nas trimestrais e semestrais, devem ser verificados os valores de ripple e torque dos parafusos. Caso seja necessário, um teste de capacidade pode ser feito para comprovar o estado da vida das baterias. Seguindo todas as recomendações acima, certamente a vida útil da bateria será estendida a um longo período, minimizando os gastos com substituições prematuras e aumentando a confiabilidade do seu sistema.

 

Como funciona a garantia de uma bateria?
 
Em geral, as baterias possuem por lei (Código de Defesa do Consumidor) a garantia legal, ou seja, de noventa dias a partir da data da compra do produto e adicionalmente a garantia contratual que em geral estabelece mais nove meses, resultando num período total de doze meses.
Para validação da garantia contratual é imprescindível a apresentação do Certificado de Garantia, que permite ao consumidor a cobertura em todo território nacional.
O Certificado é um documento muito importante e deve ser guardado com cuidado, pois além de permitir a cobertura da garantia contratual, traz uma série de informações em relação ao produto.
ACONSELHAMOS QUE GUARDE O CARTÃO DE GARANTIA JUNTO COM OS DOCUMENTOS DO VEÍCULO.

                                             

Defeitos

 
Baterias Explodidas
O gás hidrogênio liberado pelas baterias é altamente inflamável quando alimentado por chamas, faíscas ou expostos a fontes de aquecimento. Porém não ocorre perigo em situação normal por ser muito leve e dispersar facilmente na atmosfera, evitando explosão.
Causas de explosão:
  • Mau contato dos terminais com os pólos;
  • Mau contato dos cabos com os terminais;
  • Excesso de ligações inadequadas nos terminais e pólos;
  • Reparos com solda elétrica no veículo com os cabos ligados à bateria;
  • Mau contato de cabos (ou terminais) durante partida com bateria auxiliar (chupeta);
  • Uso de ferramenta não apropriada;
  • Inversão de polaridade.

 

 
Bateria Descarregada, O Que Fazer?
 
O fato de a bateria estar descarregada não é sinônimo de bateria com defeito. Os principais motivos que provocam a descarga são:
  • Fuga de corrente elevada.
  • Alternador não gera corrente suficiente (falha nas escovas ou correia frouxa).
  • Uso de acessórios elétricos com o veículo desligado.
  • Adaptações de acessórios elétricos não originais, sem redimensionar o sistema de carga.
  • A análise deve ser realizada em um Distribuidor Autorizado mais próximo de você. Apenas eles estão aptos a verificar qualquer anormalidade no produto.

 

Defeitos encontrados nas baterias
 
  • Sobrecarga - Significa que o regulador de voltagem está com algum defeito, pois está mandando mais de 14,5 volts, que é a voltagem máxima que uma bateria pode suportar.
  •  
  • Subcarga - A bateria está recebendo menos energia do que precisa que é de 13,5 volts. Pode ser ocasionada por algum problema no regulador de voltagem, alternador, correia ou por algum mau contato.
  •  
  • Bateria Solta - A Bateria Solta no suporte está sujeita a danos irreparáveis na parte interna.
  •  
  • Cabos e Conectores Soltos - Além do mau contato, causam faíscas que podem ocasionar a explosão da bateria.
  •  
  • Descargas Excessivas - Devido ao excesso de equipamentos elétricos (principalmente módulos de som), o alimentador não tem chance de repor a carga da bateria.

 

Identificando Defeitos Improcedentes 

  • Sobrecarga - Significa que o regulador de voltagem está com algum defeito, pois está mandando mais de 14,5 volts, voltagem máxima que uma bateria pode suportar.
  •  
  • Subcarga - A bateria está recebendo menos energia do que precisa que é de 13,5 volts. Pode ser ocasionada por algum problema no regulador de voltagem, alternador, correia ou por algum mau contato.
  •  
  • Bateria Solta - A Bateria solta no suporte está sujeita a danos irreparáveis na parte interna.
  •  
  • Cabos e Conectores Soltos - Além do mau contato, causam faíscas que podem ocasionar a explosão da bateria.
  •  
  • Descargas Excessivas - Devido ao excesso de equipamentos elétricos (principalmente módulos de som), o alimentador não tem chance de repor a carga da bateria.
  •  
  • Fuga - Gasto de energia mesmo quando o veículo está desligado. Descarrega a bateria e acelera o desgaste por descargas e recargas intensas.
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  • Curto - Circuito - Provocado intencionalmente nos pólos para verificar o estado de carga. Deteriora rapidamente a bateria e pode causar explosão.
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  • Acidentada - Bateria com uso e manuseio incorreto, vindo a causar danos externos e internos, comprometendo sua garantia e a vida útil.
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  • Explosão - Ocorre após desligar o veículo, e em seguida dar partida novamente; Devido o acúmulo de gases sobre a bateria, em contato com faíscas dos cabos e outros.
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  • Contaminada - A contaminação ocorre quando algo é adicionado à solução, podendo ser sólido (Ferro, Cobre) ou liquido (Álcool, Vinagre, Hipoclorito de Sódio, etc.). Por meio de analise química é determinado o tipo de contaminante.
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  • Ferro: cor da solução amarelada ou esverdeada, descarga do elemento.
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  • Cobre: cor da solução azulada, migração e depósito na placa negativa, diminuindo a capacidade da bateria.
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  • Vinagre: odor característico de vinagre (ácido acético) diminui a capacidade da bateria.
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  • Cloro: solução incolor, autodescarga da bateria e corrosão da placa positiva.
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  • Material Orgânico: solução oleosa, autodescarga da bateria e corrosão da placa positiva.
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  • Bateria Sulfatada - é a formação de rígidos cristais de sulfato de chumbo sobre as placas, quando as baterias são descarregadas. Eventualmente essa sulfatação pode inibir as reações químicas, quando a bateria está descarregada. A sulfatação nas placas dá-se em decorrência da autodescarga na bateria por ficar longos períodos sem uso, vão se criando pontos esbranquiçados, ou seja, cristalizados: quanto mais tempo a bateria ficar sem uso, maior será a sulfatação, até que a placa fique totalmente cristalizada, neste processo de sulfatação, o ácido concentra-se nas placas causando assim trincas nas grades e perca das mesmas.

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